sábado, 21 de abril de 2012
Dicas de Max Gehringer para Concurseiros Iniciantes
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Nunca confie em um político!
Existem 3 coisas que agente fazia... que agente mais se amarrava: era andar de skate, escutar Rock in Roll e falar mal do governo. Na verdade os anos foram se passando e agente descobriu que gostava de falar mal de qualquer governo... “foda-se”, fosse ele qual fosse, de esquerda, de direita, “todos são iguais”, a regra é básica “Nunca confie em um político”. Tá ligado! Essa aqui é pra grandes oligarquias que parecem ainda dominar o Brasil, que conseguem deixar os grandes jornais brasileiros censurados durante dois anos como o Estado de São Paulo. Coisas inacreditáveis! Essa aqui é pro congresso brasileiro, essa aqui é em especial pro José Sarney. Essa aqui se chama “Que país é esse” .
(Dinho Ouro Preto no Rock in Rio 2011)
É assim que deve ser daqui pra frente! Não devemos confiar nos políticos, mas também não devemos nos omitir da nossa responsabilidade de cidadão. Com a regulamentação do direito de acesso a informação pública exercer a cidadania tornou-se, digamos, mais viável.
Mas o que é ser um cidadão ?
Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, "cidadania é a qualidade ou estado do cidadão", entende-se por cidadão "o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado, ou no desempenho de seus deveres para com este". No sentido etimológico da palavra, cidadão deriva da palavra civita, que em latim significa cidade, e que tem seu correlato grego na palavra politikos - aquele que habita na cidade. No sentido ateniense do termo, cidadania é o direito da pessoa em participar das decisões nos destinos da Cidade
Conheça o Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas http://www.informacaopublica.org.br/
E seja um cidadão de fato e de direito.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Soledade (PB) pode ser próxima cidade a receber um campus do IFPB

terça-feira, 13 de março de 2012
Cresce intenção de consumo da classe C em 2012

A intenção de compra de consumidores da classe C subiu de 15% em janeiro de 2011 para 24% em janeiro deste ano. Foi o maior avanço entre as faixas de renda pesquisadas pela Fecomércio-RJ/Ipsos, no levantamento Hábitos de Consumo Brasileiro, divulgado nesta sexta-feira (9). Nas classes A e B, esta fatia subiu de 25% para 29% e, nas famílias D e E, a participação cresceu de 13% para 15%.
A pesquisa ouviu 1.000 entrevistados em 70 cidades do país. Deste total, 23% sinalizaram interesse em gastar mais este ano, contra 17% em 2011, impulsionados pela classe C.
O maior interesse da classe média em compras também ajudou a impulsionar o gasto médio do brasileiro com alimentação, higiene e limpeza, que cresceu 14,5% no período, de R$ 365,54 para R$ 418,56, em valores atualizados. "Este movimento de maior ímpeto de consumo da classe C não é novidade. Mas realmente houve um avanço expressivo no início deste ano", afirmou o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos.
O contínuo crescimento da massa salarial do brasileiro, que norteou a migração de consumidores de faixas de renda baixa para mais elevadas nos últimos anos, tem sustentado o consumo da classe C. "O mercado de trabalho continuou aquecido no começo de 2012, e isso facilitou também o acesso ao crédito", disse, lembrando que estabilidade no emprego é pré-requisito em tomadas de empréstimos. Outro fator lembrado pelo economista foi o término das medidas macroprudenciais em meados do ano passado, anunciadas em dezembro de 2010, e que restringiam o consumo.
Entre as prioridades de consumo, o destaque na pesquisa foi reforma de casa, lembrado por 28% dos consumidores da classe C na pesquisa, contra 17% em janeiro de 2011. Este serviço também foi o mais lembrado pelas faixas de renda A e B (24%); e D e E (31%). Além da continuidade de redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre material de construção, prorrogada três vezes, Travassos lembrou a recente linha liberada pelo governo, via Caixa Econômica Federal (CEF), para reformas de domicílio, com recursos do FGTS.
Fonte: G1 Economia
segunda-feira, 12 de março de 2012
O Mercado de Trabalho para os profissionais de Gestão Pública

A Gestão Pública é a aplicação das teorias clássicas de administração no gerenciamento das instituições públicas. Encarregado de aplicar as teorias administrativas no desenvolvimento de ações do interesse social coletivo, o administrador público é essencialmente um planejador. Cada vez mais requisitado pelo mercado, ele gerencia organizações do setor público em nível governamental, em agências federais, estaduais ou municipais, nas empresas ligadas ao terceiro setor ou em organizações não governamentais. Os profissionais são habilitados para o planejamento e a gestão de políticas públicas, implementação de programas de responsabilidade social, gestão de organizações sociais, elaboração de programas governamentais e também são requisitados em agências reguladoras e de fomento social.
O que você pode fazer
Consultoria
Planejar ações institucionais que podem reduzir custos administrativos, ampliar a abrangência das ações e potencializar os benefícios das políticas públicas. Elaborar projetos para financiamentos em bancos públicos.
Empresas do terceiro setor
Implementar programas e projetos, elaborar e planejar processos de licitação pública, promover o contato entre as empresas e o setor estatal.
Empresas privadas
Atuar em atividades que interagem com o poder público e em projetos de gestão compartilhada.
Gestão de Políticas Públicas
Elaborar, coordenar e avaliar políticas públicas no que se refere a sistemas de saúde, de educação e segurança, por exemplo, para os poderes Executivo, Legislativo e para organizações da sociedade civil.
Organizações não-governamentais
Elaborar programas de metas, gerenciar orçamento, planejar e implementar programas sociais.
Serviço Público
Administrar e dar assistência aos setores contábeis e orçamentários dos órgãos públicos. Realizar licitações e contratos administrativos. Gerenciar a ligação entre empresas públicas e privadas.
Fonte: Guia do Estudante http://ow.ly/9Blf8
Onde você pode estudar na Paraíba
A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) campus de Sumé oferece o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública objetiva propiciar atividades de ensino, pesquisa e extensão sobre gestão pública, proporcionando uma formação teórica e metodológica nas áreas que compõem este campo científico.
O Tecnólogo em Gestão Pública tem como área de atuação as instituições públicas, nas esferas federal, estadual ou municipal. Suas atividades centram-se no planejamento, implantação e gerenciamento de programas e projetos de políticas públicas. Com sólidos conhecimentos sobre as regulamentações legais específicas do segmento, esse profissional busca a otimização da capacidade da administração pública. O trato com pessoas, a visão ampla e sistêmica da gestão pública, a capacidade de comunicação, trabalho em equipe e liderança são características indispensáveis a esse tecnólogo.
Duração do Curso: 2 anos e meio
Períodos: 5 períodos letivos
Turno: Noturno
Créditos: 142
Horas-aula: 2.130 horas
Vagas por ano: 50 vagas
Coordenador: Antônio Júnior Campos
Telefones: (83) 3353-1880
E-mail: gestaopublica@ufcg.edu.br
Fonte: UFCG/CDSA http://ow.ly/9BqQd
Veja o vídeo abaixo sobre os desafios da Gestão Pública
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Direito, inovação e o novo capitalismo, artigo de Luciano Benetti Timm
Luciano Benetti Timm é advogado, doutor em direito pela UFRGS. Pesquisador de Pós-doutorado na Universidade de Berkeley, Califórnia. Ex-presidente da Associação Brasileira de Direito e Economia. Artigo publicado no Valor Econômico de hoje (24).
Os Estados Unidos amargam recentemente um desemprego relativamente alto para sua história. É interessante rememorar que o estado da Federação mais rico é a Califórnia. E o que produz a Califórnia, já que não tem fábricas de carro? Ela é rica em produção de inovação tecnológica protegida por marcas e patentes e criatividade protegida por direitos autorais. Não por acaso, ela é o berço de empresas como Yahoo, Facebook, Google etc.
Essa nova face do capitalismo, que é um capitalismo de "ideias" e não mais de "concreto" (COOTER, 2008), acaba distribuindo, quem sabe, menos empregos diretos do que uma fábrica tradicional. No entanto, parece um processo inexorável, tanto que para este caminho parecem rumar China, Índia e quem sabe Brasil.
E o que é preciso para que um país gere inovações se não quiser ficar preso a um capitalismo ultrapassado? Note-se que os Estados Unidos detêm mais de 40% das patentes produzidas no mundo e seu PIB per capita ainda é absurdamente superior ao da China.
Segundo um paper seminal do professor COOTER (2008), a inovação requer a união de financiamento e de ideias (seed money, Angel investors, etc). No modelo norte-americano, quem tem ideias são agentes privados em busca de retorno financeiro. Ao Estado, cumpre fazer o menos, e fazendo menos, ele faz mais.
Com esta metáfora, o professor Cooter refere-se à teoria de que diante da incapacidade de agentes governamentais preverem o futuro, devem eles deixar de lado uma política industrial e se concentrar no que melhor pode fazer: educação e infraestrutura. A situação é diferente na Ásia, onde o Estado toma a si o papel de direcionar investimentos (lembrando que a Ásia ainda não é a fronteira da inovação tecnológica).
E o que o direito tem a ver com esse processo de geração de inovação? Tudo, segundo o mesmo professor. Segundo ele, será o Direito quem resolverá o problema de "desconfiança recíproca" inerente ao processo de inovação: de um lado, receio do inventor de que a invenção seja apropriada pelo financiador, e, de outro lado, receio de que o inventor se aproprie do dinheiro do investidor. Lembrando que na teoria do professor Cooter, sem essa união não há capitalização da inovação ao fim do dia.
O direito necessário para romper com a desconfiança recíproca depende do estágio e do modelo de investimento. Existem fundamentalmente três estágios do financiamento à inovação: um mais rudimentar (família, amigos etc); financiamento privado bancário ou vai recursos de private equity, seed money; financiamento público via mercado de capitais (e não governamental).
Para o primeiro estágio, o direito seria menos importante, já que a desconfiança recíproca é vencida por vínculos pessoais, relacionais e de comunidade. Para o segundo estágio, há a necessidade de um bom direito contratual, de propriedade (inclusive intelectual) e um sistema processual minimamente eficiente que faça cumprir estas regras contratuais e proprietárias. E o terceiro e último estágio requer um direito societário e de mercado de capitais.
Resta ao Brasil investir em educação e infraestrutura física. É bem verdade que a ciência brasileira vai bem em papers e em publicações, mas são estudos sem valor prático e não se convertem em inovação tecnológica. Eventualmente aqui o sistema jurídico (ou de incentivos) também possa mudar. Eventualmente o curriculum lattes dos professores pudesse ser compensado pela geração de patentes.
E no tema de infraestrutura, o direito pode contribuir com um novo direito administrativo, que não discrimine o estrangeiro, que valorize as parcerias público-privadas e que encaminhe a solução de conflitos por mediação e arbitragem.
Por fim, deve-se ter em mente que o processo de inovação tecnológica está relacionado com os direitos de propriedade intelectual. O grande dilema do inovador reside, além do problema de financiamento antes comentado, na dificuldade se apropriar do valor social daquilo que produziu, já que a informação - que é a base da inovação - tem a característica de um bem público (não excludente e não rival). Em tese, depois de escrito o livro ou feita a música, qualquer um poderia usufruí-los sem ter de pagar por isso. Propugna-se, assim, que o ordenamento jurídico deve, ao ter por certo que o inovador é um agente econômico racional e que reage a incentivos, incitá-lo a enfrentar o custoso, arriscado e incerto processo de inovar.
Até hoje o melhor caminho para que seja alcançado tal desiderato é pela via da livre iniciativa econômica e por meio dos direitos de propriedade intelectual. Os direitos de propriedade intelectual serão essenciais para a apropriação privada da inovação gerada. A questão ainda não respondida pela análise econômica do direito com segurança é o tempo necessário para gerar esse estímulo. Em grandes inovações, o período de proteção deve ser maior. Em empreendimentos menores, não haveria a mesma necessidade temporal.
Fonte: Jornal da Ciência, 24/02/2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O insustentável preconceito do ser!
